O tempo, a vida, o convívio.
Deixa as estações passarem e os ciclos se completarem.
Deixa a música acabar pra outra começar.
Deixa passar, vai passando.
Vai deixando e transformando.
De um pra dois de dois pra três de três pra quatro.
Deixa nascer e deixa morrer.
Deixa seguir e fluir o que for.
Não se agarra nesse galho que a água vai levar de qualquer forma.
Não se prende nesse dia, nesses últimos trinta minutos.
Deixa a noite vir e a dor acalmar.
Colhe o plantio e deixa a maré subir.
Não deixa o medo te empacar nessa etapa.
Segue que ainda há muito que viver e ver e ser e criar e chorar, tenta.
Mas tenta mesmo, não finge que tentou e foge.
Dá medo porque com a dor você acostumou, mas passa.
Sempre passa e é sempre nova, nenhuma dor antiga te preparou pra dor de agora.
A gente só presume que é aprendizado e não sadismo.
Vai tentando se encaixar e se adequar sem perder absolutamente tudo que tinha na primeira ascensão, mas no fim das contas perde e acha tudo.
Uma vez atrás da outra.
Se renova por completo e completamente novo reemerge.
No eterno espiral que a gente confunde com um círculo.
Deixa as estações passarem e os ciclos se completarem.
Deixa a música acabar pra outra começar.
Deixa passar, vai passando.
Vai deixando e transformando.
De um pra dois de dois pra três de três pra quatro.
Deixa nascer e deixa morrer.
Deixa seguir e fluir o que for.
Não se agarra nesse galho que a água vai levar de qualquer forma.
Não se prende nesse dia, nesses últimos trinta minutos.
Deixa a noite vir e a dor acalmar.
Colhe o plantio e deixa a maré subir.
Não deixa o medo te empacar nessa etapa.
Segue que ainda há muito que viver e ver e ser e criar e chorar, tenta.
Mas tenta mesmo, não finge que tentou e foge.
Dá medo porque com a dor você acostumou, mas passa.
Sempre passa e é sempre nova, nenhuma dor antiga te preparou pra dor de agora.
A gente só presume que é aprendizado e não sadismo.
Vai tentando se encaixar e se adequar sem perder absolutamente tudo que tinha na primeira ascensão, mas no fim das contas perde e acha tudo.
Uma vez atrás da outra.
Se renova por completo e completamente novo reemerge.
No eterno espiral que a gente confunde com um círculo.